Os melhores de 2012

Ultimamente não tenho conseguido atualizar o blog, mesmo porque minhas leituras estão um tanto suspensas. Nos últimos meses li apenas 2 livros: 20 Mil Léguas Submarinas, de Jules Verne e A Ilha do Dr. Moreau, de H. G. Wells. Os dois livros coincidentemente têm em comum o fato de seus narradores serem náufragos que acabam prisioneiros de um cientista lunático. Ótimas leituras para quem gosta de ficção científica do século XIX.

Como já imagino que lerei muito pouco até o final do mês, comecei a pensar quais seriam os livros que mais me marcaram este ano, sem contar releituras, é claro. São aqueles que por um motivo ou outro falaram comigo mais pessoalmente.

Livro – José Luís Peixoto

Livro foi uma surpresa porque eu não esperava muito da leitura. E apesar da segunda parte do livro fazer parte daquela tendência contemporânea de “escritores que escrevem para escritores”, que eu geralmente acho cansativa, algumas questões bateram tanto com minhas próprias questões pessoais na época em que li, que foi inevitável colocá-lo como um favorito do ano. Comentário sobre este livro aqui.

Cem Anos de Solidão – Gabriel García Márquez

Este não é apenas um dos melhores do ano, mas um dos melhores de todos os tempos. Se existe algo como leituras obrigatórias, definitivamente esta obra deve estar na lista. Aqueles que já tenham morado numa cidade pequena ou que tenha tido uma infância cercada de lugares misteriosos devem apreciar ainda mais a casa dos Buendía. Comentário sobre este livro aqui.

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Alta Fidelidade – Nick Hornby

Apesar de já conhecer a história do livro por ter visto o filme, a leitura de Alta Fidelidade foi deliciosa e além de me transportar diretamente para os anos 90 também me trouxe identificação pessoal nas questões sobre maturidade. Comentário sobre este livro aqui.

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Contos de Lugares Distantes – Shaun Tan

Este é o tipo de livro a que você retorna várias vezes, de tão lindo que é, imagens e textos. Daqueles que você não sabe se foi feito realmente para o público juvenil, já que hoje em dia os adultos não escondem mais seu lado criança. Comentário sobre este livro aqui.

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Daytripper – Fábio Moon e Gabriel Bá

Sem dúvida o quadrinho do ano para mim. Foi uma leitura tão tocante que eu tive que parar pela metade para continuar depois. Talvez em outro momento não tivesse sido tão pungente, mas parece que certas obras chegam até nós na hora certa para nos emocionar. Comentário sobre este quadrinho aqui.

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8 comentários sobre “Os melhores de 2012

  1. Lua,
    amei ver você falando de Contos de Lugares Distantes. EStou de olho nele há um tempinho e não tinha visto que você tinha gostado. Resultado: aproveitei e comprei agora com o seu aval! Haha!
    E Daytripper quero muito ler!
    Beijos! Ótimas leituras!

  2. Cem anos de solidão é mesmo muito bom e eu quero muito relê-lo em 2013. E também quero muito ler mais quadrinhos, pois adoro, mas ainda sou bem crua com relação ao gênero, mas quero demais me marinar nelas, se é que me entende! rs
    E Livro me conquistou pela capa, quero muito ler, bem como Alta Fidelidade, ainda mais que não me lembro se vi o filme ou não, acredita? rs Por via das dúvidas, não verei pra poder ler! ;oD

    Xerinhos, frô!

    1. Patrícia, gosto muito de quadrinhos. É um amor antigo, desde a infância, mas acho que nunca é tarde para “se marinar”, rs.
      Beijinhos, querida!!! =)

  3. Ótimas escolhas.
    De “Cem anos de solidão” nem tenho muito o que falar, só que faz parte da minha lista de favoritos. Essencial.
    Eu também li “Daytripper” este ano e me apaixonei. Gostei tanto que resolvi ler outras graphic novels. Abriu meus horizontes.
    Beijo

    1. Esse ano eu ainda tinha umas leituras legais pra fazer que com certeza entraria pros favoritos, mas o meu estado interessante não me deixa ler livros mais complexos, vou ter que deixá-los pra depois. Mas só em ter lido Cem Anos já considero que 2012 valeu a pena. =) Bj!

  4. Tenho que ler ‘Cem Anos de Solidão’ e ‘Daytripper’ em 2013.

    Infelizmente, eu não tenho ‘Contos de Lugares Distantes’, mas dei uma folhada na livraria e achei lindo. Só não levei para casa por ter extrapolado a cota. Enfim, o cachorrinho na capa foi o elemento que chamou minha atenção. E pelo pouco que li, deve ser envolvente.

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